terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Congresso Internacional Artes, Patrimônio e Museologia



Por Áurea Pinheiro

Encontra-se aberta, de 20 de Fevereiro a 18 de Junho de 2014, a chamada pública para submissão de trabalhos para o Congresso Internacional Artes, Patrimônio e Museologia, a ser realizado entre os dias 20 a 22 de Agosto de 2014, na Universidade Federal do Piauí, Campus Parnaíba, Meio Norte do Brasil.

O Congresso Internacional é uma concepção e realização do Grupo de Pesquisa VOX MUSEI arte e patrimônio, devidamente cadastrado no Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico/CNPq. Conta com o apoio institucional da Universidade Federal do Piauí, Brasil, Programas de Pós-graduação em Artes, Patrimônio e Museologia (Mestrado Profissional[1]) e Políticas Públicas (Mestrado e Doutorado).

O desafio que se propõe aos investigadores e profissionais é apresentarem propostas de trabalhos que permitam reflexões sobre as artes, o patrimônio e a museologia e suas interfaces com os territórios, as comunidades e a sustentabilidade.

Ao longo do Congresso Internacional terão lugar uma feira cultural, diversas oficinas, mesas temáticas, exposições, lançamentos e apresentações orais de investigações e/ou de experiências, relacionadas com as realidades sociais, culturais e políticas de países de língua portuguesa e castelhana (espanhola).

Tema
Territórios, comunidades e sustentabilidade

Línguas (comunicação oral e escrita)
Português
Castelhano (espanhol)



[1] O Mestrado Profissional foi aprovado em Dezembro de 2013 pela Capes, Área de Ciências Aplicadas I e em fase implementação.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Encontro Nacional de História Oral, Simpósio 11 História Oral, Patrimônio e Museus


Cena do Filme As Escravas da Mãe de Deus. Para assistir ao filme clique aqui



Por Áurea da Paz Pinheiro

A Universidade Federal do Piauí, Meio Norte do Brasil, acolherá o XII Encontro Nacional de História Oral, com a temática central Política, Ética e Conhecimento. O evento ocorrerá em Teresina de 06 a 09 de maio de 2014


Divulgamos o Simpósio Temático sob nossa coordenação (as inscrições para comunicações neste simpósio podem ser feitas entre 15 de janeiro a 15 de março de 2014)


Para saber mais clique aqui


011. História Oral, Patrimônio e Museus


Coordenadora:
Áurea da Paz Pinheiro (Doutora em História e Pós-doutora em Ciências da Arte e do Patrimônio, especialidade Museologia - Professora da Universidade Federal do Piauí e da Universidade de Lisboa)
Resumo: Este Simpósio Temático pretende ser um espaço de interlocução e diálogo com investigadores que estudam as realações entre História Oral, Patrimônio e Museus; pretendemos valorizar análises interdisciplinares que envolvam esses campos de saber-fazer, reflexões sobre conceitos, metodologias, estratégias e práticas de implementação e gestão ativa de populações em seus territórios (museus de território) e patrimônios. Este Simpósio agregará pesquisadores de várias áreas do conhecimento, identificando-se como de natureza interdisciplinar, situado em um campo de estudos interculturais. Pretendemos acolher pesquisas que envolvam a história oral, a etnografia, a fotografia, o cinema documentário, os inventários do patrimônio imaterial, dentre outros, entendidos como instrumentos metodológicos que auxiliam a compreender, em uma perspectiva comparada e multidisciplinar, especificidades de saberes e modos de viver de comunidades diversas do Brasil e de outros países. Entendemos a urgência da investigação, conservação, documentação, interpretação, valorização e difusão de testemunhos de populações, territórios, saberes e fazeres; dos espaços de construção e transmissão de memórias sociais e de um desenvolvimento local sustentável. Serão considerados ainda trabalhos fundados em conceitos, metodologias e ações que entendam como pertinentes e indispensáveis as demandas das comunidades, assim como estudos dos patrimônios (no plural) que permitam a reflexão sobre a importância de integrar na leitura/conhecimento os contextos concretos e o mapeamento das políticas públicas para os patrimônios e para os museus, que em processos de constituição de inventários e acervos valem-se da história oral.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

patrimônio cultural

imagem do filme "As escravas da mãe de Deus". Cássia Moura e Áurea Pinheiro



Por Áurea Pinheiro

Hoje, conversei com alunos do curso de graduação em História da UFPI, sobre patrimônio cultural no Brasil. 

Os diálogos fazem parte da disciplina História e Patrimônio Cultural no Brasil. Trataremos de conceitos, características-tipologias, legislação, registro do patrimônio cultural imaterial.

Acreditamos que:

“O patrimônio cultural não se restringe apenas a imóveis oficiais isolados, igrejas ou palácios, mas na sua concepção contemporânea se estende a imóveis particulares, trechos urbanos e até ambientes naturais de importância paisagística, passando por imagens, mobiliário, utensílios e outros bens móveis.

Por este motivo é possível realizar uma das mais importantes distinções que se pode fazer com relação ao Patrimônio Cultural, pois sendo ele diferente das outras modalidades da cultura restritas apenas ao mercado cultural, apresenta interfaces significativas com outros importantes segmentos da economia como a construção civil e o turismo, ampliando exponencialmente o potencial de investimentos.”[1]

 


[1] Cf.: http://portal.iphan.gov.br/portal/montarPaginaSecao.do?id=20&sigla=PatrimonioCultural&retorno=paginaIphan

Ao elaborar o plano de curso da disciplina, cujo tema central são a investigação e o estudo sobre o patrimônio, usei o termo no plural, ou seja, patrimônios, pois não há como separar materialidade e imaterialidade dos patrimônios, nem mesmo nos prendermos a uma infinidade de tipologias (taxinomia) como: cultural, natural, arqueológico, etnográfico, tecnológico, marítimo, naval, etc. Portanto, neste curso, parte da disciplina “Patrimônio Histórico e Cultural do Brasil”, de 60h/a, 2 semestre de 2013, proponho abordar o assunto de forma preliminar, tratando do tema, na condição de investigadora das ciências do patrimônio e dos museus, com jovens pesquisadores que adentram ao universo de leituras e investigações de forma inicial, um universo que cartografei, ao selecionar textos em suportes diversos elaborados por investigadores de várias áreas do conhecimento, revelando a natureza interdisciplinar do tema.

Na obra “El patrimonio cultural: la memoria recuperada”, Francisca Hernández Hernández, pretende despertar o leitor para o sentido da memória de um passado cultural “[…] que para muchos es poco conocido y menos valorado, pero que necesita ser recuperado, protegido y reconocido como el mejor regalo que las generaciones pasadas nos dejaron en testimonio de lo que constituyó su único legado: la memoria imperecedera del significado que para ellas tuvieron las cosas y los lugares”. E continua:

La humanidad siempre ha tratado de expresar sus sentimientos y aspiraciones através de los monumentos y obras de arte que, con el paso del tiempo, se han convertido en un auténtico patrimonio cultural que había que proteger y conservar para salvaguardar la memoria colectiva de los pueblos. De este modo, los bienes culturales se convierten en auténticos documentos patrimoniales que testimonian cómo se ha ido conservando la memoria histórica, al mismo tiempo que nos invitan a poner todo nuestro empeño en seguir conservándola. Inmersos en una sociedad cada vez más interesada en experimentar nuevas sensaciones estéticas y culturales, nuestra tarea como educadores es hacer comprender a las nuevas generaciones que dichas experiencias forman parte de la memoria histórica que ellas han heredado y que están llamadas a transmitir íntegramente. (Francisca Hernandez Hernandez)

Portanto, o que pretendo ao longo desses encontros é apresentar conceitos, abordagens, metodologias de investigação; apresentar instituições responsáveis pela preservação e salvaguarda dos patrimônios em nível local, nacional e internacional, órgãos que discutem e legislam sobre os patrimônios; gostaria, igualmente, de apresentar pesquisadores e os trabalhos que realizaram sobre o tema no âmbito do Grupo de Pesquisa/CNPq “Memória, ensino e patrimônio cultural”, hoje denominado, “VOX MUSEI arte e patrimônio” (sobre o Grupo consultem memoriaensinopatrimoniocultural.blogspot.com)

Como a Ciência do Patrimônio é interdiciplinar, dialoga com várias áreas do conhecimento, gostaria de eleger como áreas de interlocução a História, a Antropologia, o Direito, a Museologia, Educação e o Turismo, os diálogos são fundamentais e atravessados por conceitos como memória, cultura, identidade; e metodologias como a História Oral e a Etnografia. 

Os estudos de museus e patrimônios desafiam as fronteiras disciplinares e provocam o debate, a discussão, a invenção e a intervenção no campo teórico-metodológico, no diálogo com os detentores dos saberes, dos fazeres, dos territórios de cultura – as comunidades, desafiam e colocam em questão a distância dos investigadores sociais, fixos em seus gabinetes universitários.

Não há como negar a necessidade premente de se romper com as fronteiras da disciplinaridade e dar importância ao estabelecimento de propostas de parcerias, trocas de experiências, saberes e práticas, que permitam salvagadar e divulgar acervos os mais diversos e dispersos, muitos até por construir, permitindo-se o acesso às informações, de instrumentos analíticos para o estudo e  compreensão da sociedade brasileira, latino americana, ibero-americana.

Hoje, há uma bibliografia em nível nacional e internacional, rica e complexa, nos estudos dos museus e dos patrimônios, são publicações as mais diversas – on line e impressas. Há um conjunto de trabalhos já realizados nos países ibero-americanos como Brasil, Portugal, México etc.

Estudos que informam sobre a importância dos documentos internacionais como o de Haya de 1954, a proteção de bens patrimoniais em caso de conflito armado – ambos referentes a documentos da UNESCO sobre a salvaguarda da cultura tradicional popular (1989) e do patrimônio imaterial (2003), que nos permitem perceber outras chaves de investigação focalizando culturas populares e relações entre o patrimônio e identidade que amalgama a noção de herdeiros culturais e a possibilidade de se visualizarem os criadores de novos patrimônios. As tensão entre os conceitos do patrimônio material e imaterial e apontam imprecisões de alcance junto a grupos denominados por elas como “culturas subalternas”; estudos de Educação patrimonial ou Educação para o Patrimônio.


Atualmente é grande o número de antropólogos que se dedicam ao tema do patrimônio cultural – quer em atividades acadêmicas, quer em atividades de gestão de políticas públicas ou comunitárias no Brasil.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

sobre os museus

O ICOM (Conselho Internacional de Museus), em 1986, já defendia a ideia que a função do museu "[…] não se limita em transmitir uma mensagem universal pra uma audiência amorfa, mas deve centrar-se em colocar em contato a população local com a sua própria história, tradições e valores. Por meio dessas atividades, o museu contribui para que a comunidade tome consciência de sua própria identidade que geralmente  havia sido escamoteada por razões de ordem histórica, social, ou que se havia provocado pela pressão de uma centralização ou pela urbanização"[consultar  MESTRE, Joan Santana I; PIÑOL, Carolina Martín (coords.). Manual de museografía interativa. Espanha: Ediciones Trea, S.L., 2010].

Neste mês, janeiro de 2014, iniciamos como os alunos da Universidade Federal do Piauí/História, o Curso de Introdução à Museologia, que pretende abordar questões recorrentes nesse campo de investigação - a ciência dos museus.

O curso está programado para 60h/a e está sendo ministrado de forma semi-presencial. Eis o Plano de Estudos


1. Considerações Iniciais

Atualmente, é perceptível e se reconhece o papel fundamental que os museus exercem como instrumentos de pesquisa, educação, salvaguarda e divulgação do patrimônio cultural e natural; a título de exemplo, citemos os desafios impostos aos Estados Membros da ONU, às comunidades e às instituições governamentais e não-governamentais no que tange às investigações, reflexões e intervenções nos territórios; é emblemático o caso dos inventários do patrimônio cultural imaterial[1], da divulgação e dos estudos da diversidade de metodologias e de propostas teóricas, de suportes textuais, orais e audiovisuais para aproximar e se compreenderem as normas orientadoras propostas pela Convenção de 2003 da Unesco[2]. Portanto, é indiscutível as potencialidades dos patrimônios, dos museus, das artes, do turismo, dos saberes e fazeres presentes nos territórios e nas comunidades, para estudos, investigações, sensibilizações e visibilidade da diversidade cultural brasileira e portuguesa.

Ao longo de 60 horas aulas, ministradas de forma semi-presencial, com a colaboração de professores brasileiros e portugueses, da Universidade Federal do Piauí e Universidade de Lisboa, discorremos sobre a história dos museus enquanto instituições e equipamentos culturais; suas origens e transformações ao longo do tempo. Apresentaremos, aos iniciantes neste campo de investigação, as diversas tendências e concepções museológicas. Destacaremos a função social e política dos museus e suas relações com o Estado e com o mercado em um mundo globalizado, daremos ênfase à questões recorrentes no que tange à sustentabilidade e às relações dos museus com os públicos - comunidades e visitantes. 

Apresentaremos as instituições governamentais e não-governamentais associadas aos museus, que normalizam conceitos, vocações e funções dessas instituições, a exemplo o ICOM (Conselho Internacional dos Museus - Unesco), o IBRAM (Instituto Brasileiro dos Museus), DGPC (Direção Geral do Patrimônio Cultural, Portugal), etc. 

O Museu é definido como uma “[...] instituição permanente, sem fins lucrativos, ao serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público, que adquire, conserva, investiga, comunica e expõe o patrimônio material e imaterial da humanidade e do seu meio envolvente com fins de educação, estudo e deleite”[3].

2. Ementa

Dentre os temas a serem tratados destacam-se: os museus e a museologia; patrimônio, sociedade e educação museal; patrimônio, turismo e sustentabilidade.


3. Objetivos

Nesse sentido, o que se pretende com esta disciplina/curso é realizar estudos preliminares e de natureza teórico-prática no campo da museologia, compreendida como Ciência do Patrimônio, de natureza híbrida, em constate transformação, cuja marca é o diálogo com outras área do conhecimento: a História, a Geografia, as Artes Visuais, o Design, a Antropologia, a Economia, a Educação, o Turismo, etc. 

Pretende-se orientar os alunos em leituras e investigações em suporte diversos, para que sejam capazes de refletirem de forma crítica sobre as questões recorrentes e polêmicas que envolvem os museus e a museologia na atualidade, para que percebam as potencialidades dos museus enquanto objeto de estudo e pesquisa, que possam avaliar a qualidade de projetos, experiências e práticas em concreto de museus brasileiros e portugueses, nomeadamente, serem capazes de avaliar e propor sugestões de planejamento museológico para uma instituição em particular - o Museu do Piauí, localizado na capital Teresina. 

Deseja-se motivar os alunos a refletirem sobre as iniciativas de criação ou renovação de museus em suas localidades, a pensarem sobre a criação de núcleos museológicos, exposições; estabelecerem conexões entre a museologia e outras áreas do conhecimento. 

Espera-se que os jovens pesquisadores sejam capazes de compreenderem a importância que assumem os museus em uma sociedade global, as funções que desempenham como centros de pesquisa, espaços pedagógicos singulares, capazes de permitirem a constituição de uma consciência cidadã; que os alunos compreendam a importância da história e da memória social de suas localidades; percebam a importância que assumem essas instituições para diversos públicos, sejam comunidades do espaço envolvente do museu, sejam visitantes/turistas. 

A pretensão, portanto, é motivar os alunos a  perceberem as diversas temáticas possíveis de investigação para seus trabalhos de conclusão de curso nesse campo de saber-fazer[4].

4. Metodologia

Serão ministradas aulas expositoras e dialogadas presenciais e on line. Os diálogos se estabelecerão entre professores/alunos/colegas de sala por meio da discussão dos textos escritos e em outras linguagens e suportes.

5. Avaliação

Além das aulas expositivas dialogadas, serão ministrados seminários, com a participação dos alunos, como parte das atividades de algumas sessões de aulas disciplina. Os seminários terão duração máxima de 20 minutos. Os textos dos seminários serão sugeridos pelo (s) professor (es), a partir de diálogos com os alunos. Esses textos orientarão conteúdos e discussões dos seminários; ao final dos mesmos os alunos deverão iniciar a produção de um texto escrito individual sobre tema e questões de sua apresentação. O seminário, a participação nas aulas (e no ambiente virtual de aprendizagem) e o texto valerão respectivamente 10 pontos, que somados e divididos de forma equitativa, corresponderão à nota final do aluno na disciplina.

Critérios de avaliação dos seminários:

Na apresentação do seminário o aluno/a deve realizar exposição oral clara, objetiva e dentro do limite de tempo previamente estabelecido, qual seja, 20min.

O apresentador/a deve iniciar a sua exposição com uma introdução e/ou notas breves que indiquem as motivações para o tema do seminário, deve apresentar uma visão geral do assunto/problema objeto de seu seminário/referências, uma análise do conteúdo apresentado, uma conclusão com uma avaliação pessoal do assunto a partir das referências consultadas.

Em síntese, na avaliação da apresentação serão considerados:

  • Qualidade dos suportes de apresentação, com destaque para a habilidade em explorá-los;
  • Organização da apresentação [introdução/desenvolvimento/conclusão];
  • Clareza e objetividade ao longo da exposição oral;
  • Domínio do conteúdo;
  • Avaliação pessoal e análise crítica;
  • Tempo de apresentação.

Para efeito de avaliação [correção] da produção textual, serão considerados:

-  Capacidade de analisar e sintetizar as ideias;
-  Capacidade de problematizar e construir argumentos;
-  Coerência lógica das idéias;
-  Correção de linguagem [redação, gramática];
-  Formatação do texto [título, parágrafos, referências];
-  Atenção ao limite do número de páginas [05].

6. Referências para as duas primeiras semanas de aulas, as demais referências estarão disponíveis na sala virtual da disciplina e no site www.ufpi.br/patrimoniocultural

Programa de TV Univesp – Museu em movimento – 1 – Museus para que servem? Disponível em <http://www.youtube.com/watch?v=KOPh_ayCG04>. Acesso em 26 nov. 2013.

SUANO, Marlene. O que é museu? São Paulo: Brasiliense, 1986. (Coleção Primeiros Passos)


[1] Cf.: PINHEIRO, Áurea; MOURA, Cássia. INRC – Inventário Nacional de Referências Culturais. Teresina: IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, Superintendência do Estado do Piauí, 2008-2009; PINHEIRO, Áurea; MOURA, Cássia. Senhores do seu ofício – a arte santeira do Piauí. Brasília: IPHAN, 2009.

[2] Convenção para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. Paris, 17 de outubro de 2003. Disponível em http://unesdoc.unesco.org/images/0013/001325/132540POR.pdf . Acesso em 26 nov. 2013.

[4] Em dezembro de 2013, a Capes/MEC/Brasil aprovou Projeto de Mestrado Profissional em Artes, Patrimônio e Museologia de autoria de Áurea Pinheiro. O mestrado será realizado em Parnaíba, Campus da UFPI, a partir de 2014 ou 2015.